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  • Foto do escritorÉrica Inacio

Outubro rosa: câncer de mama e o cuidado com as emoções

Segundo o Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva (INCA), o câncer de mama é o tipo de câncer mais comum entre as mulheres no mundo. No Brasil é o segundo tipo mais comum, atrás apenas do câncer de pele não melanoma. Acima dos 35 anos sua incidência cresce progressivamente, especialmente após os 50 anos. Além disso, o câncer envolve inúmeros fatores de riscos como obesidade, tabagismo, hereditariedade, alcoolismo, sedentarismo, má alimentação, estresse crônico, entre outros. Com o diagnóstico de câncer ou a suspeita dele é natural que a mulher tenha uma série de preocupações, como o medo da morte, a possibilidade de metástase, os efeitos colaterais do tratamento, a perda do seio e os impactos na sua autoestima e sexualidade, assim como, as responsabilidades enquanto profissional, mãe e esposa. Medo, raiva, tristeza e ansiedade são emoções que normalmente surgem. Por isso, é importante que a paciente tenha a oportunidade de expressar seus sentimentos em torno da doença, mas isso deve ser feito no tempo dela. O acompanhamento psicológico tem grande importância no tratamento oncológico, a fim de acolher o sofrimento desta mulher e ajudá-la a aceitar e enfrentar o seu adoecimento. Muitas vezes, a doença tem um peso tão grande na vida da paciente, que se torna o tema central, esquecendo-se de que além da doença, há uma família, os amigos e uma profissão; assim, a terapia ajuda esta mulher a organizar sua vida, refletir sobre suas vivências e lidar melhor com suas emoções, enquanto o tratamento medicamentoso trata aquilo que é biológico. Além disso, é necessário prevenir quadros psiquiátricos como depressão, ansiedade, transtorno do pânico, entre outros, que podem surgir a partir da dificuldade em lidar com o adoecimento.

Mas, como posso ajudar alguém que está em tratamento de câncer?

Se coloque a disposição para ajudar, mostre que ela não está sozinha, mas respeite se ela não quiser falar sobre o assunto. Sabemos que os familiares e os amigos também sofrem com a paciente, mas é possível ajudar de forma prática, por exemplo, acompanhá-la nas sessões de quimioterapia, contribuir com as tarefas domésticas, cuidar dos filhos/animais, passar um tempo com a pessoa, enfim, atitudes que mostram que você se preocupa e deseja que essa fase tão dolorosa seja um pouco mais confortável.


Obs.: o conteúdo aqui descrito é apenas informativo, para tratamento entre em contato para agendamento.


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